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Castelo de Arnoia  
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  • Nome: Castelo de Arnoia
  • Tipologia: Castelo
  • Classificação: Monumento Nacional, pelo Dec. nº 35 532, DG, 1.ª Série, nº 55 de 15 março de 1946
  • Concelho: Celorico de Basto
  • Horário da Visita: Livre. O Castelo está sempre aberto. 
  • Serviços de apoio:

    Centro Interpretativo do Castelo de Arnoia - Centro de Informação da Rota do Românico:
    A visita a este Centro, localizado na aldeia do Castelo, deverá ser agendada junto da Loja Interativa de Turismo de Celorico de Basto (T 255 323 100; lojaturismo@cm-celoricobasto.pt).

     

    Marcação de Visitas ao Castelo de Arnoia.

  • Telefone : 255 322 355 / 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt    
  • Web: www.rotadoromanico.com  
  • Localização:
    Lugar do Castelo, freguesia de Arnoia, concelho de Celorico de Basto, distrito de Braga.
  • Como Chegar:
    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia no nó de Amarante Oeste da A4. Rume na direção de Celorico de Basto, seguindo a sinalização do Castelo de Arnoia.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste. Siga na direção de Celorico de Basto.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste e siga na direção de Celorico de Basto.

     

    Se já se encontra na vila de Celorico de Basto, siga a sinalização do Castelo de Arnoia.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 21' 48.73" N / 8° 3' 7.19" O 
História
História
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Castelo de Arnoia (Fotografia: © SIPA – IHRU)A mais antiga referência documental conhecida para o Castelo de Arnoia data do ano de 1064, aludindo ao Castellum Celorici et oppido ibi.

Este Castelo enquadra-se na arquitetura militar da época românica, existindo nele elementos que concorrem para ser inserido nesta arte: a torre de menagem; a existência de uma única porta (a multiplicação de aberturas tornavam a defesa do Castelo mais vulnerável); a cisterna subterrânea no pátio amuralhado (com objetivo de conservar as águas pluviais perante uma possível guerra de cerco) e, por fim, o largo adarve, que define uma planta triangular.

A sua construção deve ser entendida no movimento de encastelamento que entre os séculos X-XII marcou o território europeu com a intenção de defender as populações locais contra investidas inimigas.

Todavia, não poderemos entender a construção deste Castelo em termos de defesa territorial, mas, sobretudo, como marco de um espaço geográfico em reorganização: encabeçando a Terra de Basto, gerou-se junto a ele uma povoação denominada por Vila de Basto. 

No entanto, o seu isolamento e a limitação de espaço que impedia a expansão da vila poderão estar na origem da transferência da sede concelhia para a freguesia de Britelo, no ano de 1717, e que veio a ser mais tarde designada de Celorico de Basto.

O abandono do Castelo deu-se precisamente a partir do ano de transferência da sede do concelho, quando as elites deixaram a pequena Vila de Basto e fixaram residência em Britelo.

Sinónimos do abandono, no dealbar do século XX, os sinais de degradação eram evidentes nas aduelas da cobertura que se encontravam no seu interior, na silharia com rombos e múltiplas deslocações ou na torre de menagem reduzida às suas paredes.

Esta situação permaneceu até à década de 1930, quando se iniciaram as diligências com vista à classificação deste monumento. Este processo só ficou concluído em 1946 com a sua classificação como Monumento Nacional.
Lendas e Curiosidades
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A tomada do Castelo de Arnoia
A lenda da tomada do Castelo de Arnoia conta-nos que durante algum tempo os Mouros aqui mandaram, tendo durante dias e noites a fio obrigado os Cristãos a carregar pedras para o Castelo.

Pouco a pouco, o descontentamento e a fúria inspiraram-nos à luta contra quem os obrigava a tão agreste tarefa. Porém, eram poucos e mal armados. Até que num final de tarde, juntando todo o gado disponível nas imediações e colocando badalos nos pescoços dos animais e archotes acesos nos cornos das cabras e dos bois, encaminharam-se para o Castelo.

À sua volta, ao longo da muralha e do alto da torre, os Mouros viram apenas luzes. Multiplicavam-se e, ao mesmo tempo, ouviam um barulho atroador. À distância e a coberto da noite já feita, toda esta aparência acabou por iludir os invasores, que julgaram tratar-se de um grande exército. A opção foi fugir e adiar o confronto. Remata a lenda que deixaram muitos tesouros enterrados.

Justiça popular na Vila de Basto
Na Vila de Basto moravam duas irmãs, padeiras e muito bonitas. A mais nova tinha o nome de Aldonça, com cerca de dezoito anos, solteira e prometida a Sancho Meleiro, um bom homem e comerciante de cereais.

Definido que estava o casamento, era necessário pagar o tributo que tinha substituído o direito dos senhores da terra poderem “usufruir” da noiva antes do marido.

Quando Sancho e Aldonça se deslocaram ao Castelo para pagarem o tributo, o alcaide sentiu-se atraído pela beleza de Aldonça e recusou receber o tributo pago daquela forma e exigiu “usufruir” da noiva. Esta, indignada, lançou-lhe aos pés o valor do tributo e terá dito que só pertenceria ao seu futuro marido.

Ao deparar-se com tal ofensa, Sancho Meleiro envolveu-se numa luta com o alcaide, sendo que este último conseguiu dominar o noivo com a ajuda de homens que estavam no Castelo. Seguidamente o alcaide prendeu e cortou as orelhas a Sancho.

Ao ver tudo isto, Aldonça foge do Castelo em direção à vila para pedir socorro. Indignado, o povo amotinou-se, os sinos tocaram a rebate e de toda a Terra de Basto chegaram multidões para invadir o Castelo.

O alcaide, receando o pior, decidiu compensar o Meleiro pela desfiguração que lhe causara e concedeu-lhe a liberdade.

Apesar de ter perdido esta luta, o alcaide não desistia de assediar. O seu novo alvo foi a irmã mais velha de Aldonça, de nome Guiomar, de trinta anos e já viúva. Começou a importuná-la com pedidos, até que, uma manhã, o alcaide cruzou-se na vila com ela e ter-lhe-á dito que, à noite, a procuraria em sua casa.

Perante a proposta, Guiomar contou tudo a Sancho Meleiro que viu aqui o momento para se vingar do alcaide, tendo aconselhado Guiomar a recebê-lo em casa, onde tinha os fornos de cozer o pão.

Como combinado, nessa noite chega a casa de Guiomar o alcaide acompanhado por um escudeiro do Castelo. Após ter batido à porta, entrou, enquanto o escudeiro aguardou por seu amo no exterior.

Quando o alcaide entra no interior da casa é atacado pelos familiares de Guiomar sendo morto. Para não existirem vestígios do crime, meteram-no no forno, ficando reduzido a cinzas.

A lenda acrescenta que o criado do alcaide, ao verificar que a demora já era grande, decidiu bater à porta, para lembrar ao amo a necessidade de regressarem. Este, mal entrou na porta, teve o mesmo fim que o seu amo.

Entretanto, os dias iam passando e não se sabia do paradeiro do alcaide. Homens armados procuraram-no em todos os locais mas em vão: ninguém sabia dele.

Perante este desaparecimento, D. Dinis decidiu entregar o Castelo aos moradores do lugar em troca de uma renda anual.



Terras de Basto
A região designada por Terras de Basto encontra-se dividida administrativamente por dois distritos (Braga e Vila Real) e localizada numa zona de transição entre o litoral norte e o interior de Trás-os-Montes. Aliás, é comum afirmar que as Terras de Basto não é Minho nem Trás-os-Montes, é ambas as coisas.

Esta região é constituída pelos concelhos de Mondim de Basto e Ribeira de Pena (distrito de Vila Real), Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto (distrito de Braga). O último concelho mencionado é um dos 12 municípios integrantes da Rota do Românico.

As paisagens da região encontram-se mediadas entre o rio Tâmega e um conjunto de formações montanhosas (a este, a serra do Alvão; a oeste, a serra da Lameira; a norte, as serras do Barroso e Cabreira; a sudoeste, a serra do Marão) o que, em termos físicos, lhe confere uma grande coesão interna.

Sob o ponto de vista histórico, estas terras já se encontram habitadas desde a civilização castreja, como nos testemunham os povoados e as gravuras rupestres do Crastoeiro e de Campelo, em Mondim de Basto, de Lamelas, em Ribeira de Pena, ou de Abadim, no concelho de Cabeceiras de Basto. Já o Castelo de Arnoia e o Mosteiro de Refojos são marcas indeléveis do período medieval.

Em termos económicos, a região continua muito dependente do setor primário, com particular destaque para as florestas, agricultura, pecuária e viticultura. Por ser uma zona sobretudo rural, é nas aldeias - com os seus monumentos de índole religiosa e solares residenciais - que se manifesta, essencialmente, o património arquitetónico. Os celeiros e alpendres, as fontes e os moinhos ou o Castelo de Arnoia e as igrejas de Veade, Ribas e Fervença, em Celorico de Basto, são sinónimos deste território rural.

A estátua “O Basto”, na Praça da República, em Cabeceiras de Basto – representando um guerreiro lusitano, bravo e corajoso – simboliza, porventura, a vontade e dinamismo da região.

Cronologia
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Século X (2.ª metade) - A tradição assinala a edificação do Castelo de Arnoia;

1064 - Primeira referência documental relativa à fortificação;

1092 - Um documento alude às propriedades de Celorico e da Terra de Basto;

Séculos XII-XIII - Segundo momento de ocupação do Castelo e período de edificação da estrutura românica do Castelo de Arnoia;

1717 - A sede de freguesia é transferida da Vila de Basto para a freguesia de Britelo;

1726 - A Terra de Basto estava então dividida em dois concelhos, o de Celorico e o de Cabeceiras de Basto. A torre de menagem do Castelo de Arnoia ainda se mostrava coroada de ameias;

1758 - O Castelo de Arnoia apresentava já alguns vestígios de ruína;

1946 - É classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 35532 (Diário do Governo n.º 55, de 15 de março);

1960-1963 - Período de obras de restauro do Castelo de Arnoia a cargo da DGEMN;

1985 - O Castelo de Arnoia passa a estar afeto ao IPPC;

1992 - A tutela do Castelo de Arnoia transita para o IPPAR;

2002 - Foram realizadas sondagens arqueológicas no interior da fortificação;

2004 - Instalação do Centro Interpretativo do Castelo de Arnoia;

2005 - A afetação do Castelo de Arnoia passa para o IGESPAR;

2010 - Integração do Castelo de Arnoia na Rota do Românico;

2014 - Requalificação da envolvente do Castelo de Arnoia, no âmbito da Rota do Românico;

2015 - Trabalhos de conservação e salvaguarda no interior e exterior do Castelo de Arnoia, no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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Apresentando planta em forma de escudo triangular, o Castelo de Arnoia encontra-se construído no alto de um cabeço montanhoso, com o intuito de privilegiar o campo de visão e aproveitar as facilidades concedidas pela morfologia íngreme do terreno para se defender, num conceito de defesa passiva, procurando evitar que o inimigo chegasse à base dos seus muros.

Planta do Castelo de Arnoia (Fotografia: © SIPA – IHRU)

A presença de torre de menagem e de um torreão são, também, testemunhos deste modo de construir castelos: o torreão permitia a prática do tiro flanqueado - ou seja, um tiro que corria paralelo à linha de muralha - fundamental para uma defesa eficaz da base dos muros.

Arnoia enquadra-se, assim, nos chamados castelos românicos em que a defesa dos mesmos se baseava essencialmente na espessura e na altura dos seus muros, uma vez que a sua estrutura não possuía muitas soluções que permitissem resistir a um ataque eficiente em caso de cerco.

Fachadas do Castelo de Arnoia (Fotografia: © SIPA – IHRU)O acesso ao interior é feito através de uma porta com arco reto, formada por aduelas e rasgada na parede sul, junto da torre de menagem. Esta torre surge, hoje em dia, altiva e ameada, aspeto resultante das intervenções efetuadas no século XX. Fechada sobre si própria é rasgada por estreitas frestas, ao modo de seteiras. A entrada rasga-se a norte, em posição elevada, coincidindo a sua soleira com a altura do adarve.

Deve ser ainda assinalada a existência de uma cisterna no pátio amuralhado, elemento fundamental para a guerra de cerco, pois destinava-se à conservação de águas pluviais ao nível subterrâneo.

De mencionar que, de forma geral, o acesso às torres de menagem era feito por intermédio de uma escada móvel de madeira que, em caso de perigo, podia ser retirada a partir do interior da construção, isolando-a. A sua presença indicia-nos que, mais do que ter como principal função a defesa da população local, este Castelo destinou-se a acolher uma pequena guarnição.
Arqueologia
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Os trabalhos arqueológicos vieram informar que o Castelo de Arnoia teve três períodos de ocupação. O mais antigo, no seu recinto amuralhado, corresponde a um momento de transição entre a alta e a plena Idade Média, sendo anterior à edificação da torre de menagem.

A abertura de áreas de sondagem no espaço interior do Castelo permitiu detetar estruturas não visíveis à superfície, principalmente alicerces de muros que documentam fases de reestruturação da muralha e da ocupação do espaço interior, bem como pavimentos.

Segundo dados da escavação arqueológica realizada em 2002, o segundo momento de ocupação poderá reportar-se aos séculos XII/XIII.

Por fim, o terceiro período terá decorrido durante a Época Moderna, muito embora também tenha sido nesta época que terá ocorrido o seu progressivo abandono.

Segundo consta, no século XVI, existia no interior do espaço muralhado um edifício de habitação e uma oficina.
Recuperação e Valorização
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Recuperação e valorização do Castelo de Arnoia (Fotografia: © SIPA – IHRU)Apesar de ao longo dos séculos se notarem sinais evidentes da degradação rápida do monumento, só na década de 1960 se tornou possível a realização de obras de conservação com intervenções na torre e no adarve: a torre de menagem foi reconstruída ao nível do seu último piso, incluindo o coroamento ameado (que ainda persistia em parte); retirou-se a vegetação que crescia no interior do Castelo; desobstruiu-se a cisterna e colocou-se uma porta de madeira na sua entrada.

Na década de 70, os trabalhos continuaram ao nível da consolidação da torre e nos cuidados colocados na sua envolvente através da construção de um acesso pedestre aproveitando o acesso já criado pelo povo.

Com a entrada no novo milénio, realizaram-se sondagens arqueológicas e começou-se a trabalhar, em 2004, na criação de um posto informativo e núcleo cultural sobre o património local, instalado na antiga escola primária e que assim acolheu o Centro Interpretativo do Castelo de Arnoia.

Com a sua integração na Rota do Românico, o Castelo de Arnoia foi alvo, entre 2014 e 2015, de diversos trabalhos de conservação e salvaguarda no seu interior e exterior, bem como foi requalificada a sua envolvente até à aldeia do Castelo.
Galeria
  • +Castelo de Arnoia (1973) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia [s.d.] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia. Torre.

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  • +Castelo de Arnoia (1963) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia (1951) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia [s.d.] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia (1971) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia (1963) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia (1963) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Castelo de Arnoia. Torre.

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  • +Castelo de Arnoia. Muralha e cisterna.

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  • +Castelo de Arnoia. Vista da Aldeia do Castelo.

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  • +Castelo de Arnoia. Muralha.

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  • +Castelo de Arnoia. Torre. Entrada.

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  • +Castelo de Arnoia. Torre.

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  • +Castelo de Arnoia. Torre.

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Saber mais
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